PRECISAS SABER


Precisas saber: Qual é a [VERDADEIRA] Boa Nova
e

Como entrar [DE VERDADE] no Reino de Deus!



                                        
   
                       Entrada no Reino de Deus        Afinal qual é a Boa Nova?


YOU NEED TO KNOW:

You need to know: what [the real] Good News is
                                             and
                                how to [in fact] enter into the Kingdom of God.
                
                                                                                                           
Entrance into God's KingdomEntrance into God's Kingdom

                                                                            After all what is the Good News?
   

Precisas saber a resposta à seguinte pergunta:

You need to know the answer to this question:


Tu... ...és uma nova criatura???


                             You ... ... Are you a New Creation???
                                                                                                                 




Novo Começo

Deus Oferece um Novo Começo


Partilharei contigo a forma de saíres do teu passado para um modo de vida completamente novo.
Quantas vezes ouvimos pessoas dizer coisas como: “Quem me dera começar tudo de novo” ,talvez referindo-se ao casamento ou à educação dos filhos, ou à escolha da carreira. Ou podiam dizer, “Quem me dera nunca ter feito aquilo, ou dito aquilo ou ter conhecido aquela pessoa”, e outras coisas assim. Ou talvez tomaram resoluções de Ano Novo que vão  pelo ralo, quase antes mesmo de sair dos seus lábios. Ou fizeram um voto de virar uma nova página, ou em alguns casos deixar um hábito diabólico específico tal como fumar, ou comer em demasia ou linguagem inapropriada.

Todas as expressões que as pessoas usam indicam um anseio por um novo começo.

Irei partilhar contigo dois factos vitais inter-relacionados. Primeiro, todos precisamos de um novo começo. Segundo, Deus oferece um novo começo a todos nós.

Todos precisamos de um novo começo.

Deus oferece um novo começo a todos nós.

Curiosamente, a Bíblia culmina com a promessa de Deus de um novo começo para todos que reúnam as condições. É como se, num certo sentido, seja a coroa, o auge ou a cimeira da mensagem bíblica. Em Apocalipse 21:5-8, lemos estas palavras, que fazem parte da visão que foi dada a João, em Patmos:
E o que estava assentado sobre o trono disse: Eis que faço novas, todas as coisas. E disse-me: Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis.
Penso que quando João O ouviu dizer, no trono, “Eis que faço novas todas as coisas”, ouve uma reação algures dentro dele, “Podia aquilo ser mesmo possível?” E o Senhor que sabe o que cada um de nós está a pensar, e ainda mais o que cada um de nós está a dizer, respondeu àquela reação em João e disse, “Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis. Podes confiar em mim e no que eu digo.” Continuando agora com o versículo 6:
E disse-me mais: Está cumprido. Eu sou o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim. A quem quer que tiver sede, de graça lhe darei da fonte da água da vida. Quem vencer, herdará todas as coisas; e eu serei seu Deus, e ele será meu filho. Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, e aos abomináveis, e aos homicidas, e aos que se prostituem, e aos feiticeiros, e aos idólatras e a todos os mentirosos, a sua parte será no lago que arde com fogo e enxofre; o que é a segunda morte.
Vejamos agora os factos que se seguem, respeitantes àquelas palavras espantosas. Primeiro, a promessa de fazer tudo de novo vem Do que está sentado no trono. E esse trono é o trono de governação do universo inteiro. Quer dizer: Aquele que faz aquela promessa tem controlo total sobre tudo o que acontece no universo, incluindo as nossas vidas. Não é apenas uma sugestão. É uma declaração da autoridade Divina. “EU faço novas, todas as coisas.” E a declaração vem do trono. É um decreto. É uma declaração do que é que vai acontecer que vai afetar e envolver todo o universo.
Segundo, como já referi, Aquele que se senta no trono, garante, Ele próprio, a declaração. Ele diz, “Escreve; porque estas palavras são verdadeiras e fiéis”. Se o posso dizer, com reverência, vem com uma garantia escrita. Uma garantia escrita do Senhor. Ele vai fazer isso.
Terceiro, precisamos de ver que Aquele que faz aquela declaração e oferece a respetiva garantia,  é o Alfa e o ÓmegaTenho a certeza que a maior parte de vocês tem consciência que Alfa é a primeira letra do alfabeto grego e Ómega, a última. Assim, no fundo, Ele está dizendo, “Eu envolvo tudo”.  E então Ele torna ainda mais específico, “Eu sou o Princípio e o Fim”. Por outras palavras, “tudo o que eu ponho em movimento, sou capaz de levar a termo.”


Há um pensamento que me tem ocorrido muitas vezes, recentemente, de que Deus nunca começou nada que não conseguisse trazer a termo e consumação. É verdade com as nossas vidas, pessoalmente. E lemos em alguma parte do Novo Testamento que Jesus é o autor e consumador da nossa fé. Novamente nesse sentido, Ele é Alfa e Ómega. O que Ele começa em nós, é perfeitamente capaz e disposto a completar.

Quais são os requisitos, de nossa parte? O que é preciso de nós? Eu sugeriria duas coisas – ambas muito simples. Em primeiro lugar tens de reconhecer a tua necessidade. Tens de saber reconhecer o teu anseio interior para um novo começo. Não podes encobrir. Não deves procurar desculpar ou mudar os factos acerca do teu passado (se o teu passado na verdade não é assim tão mau, porque razão precisas um novo começo?). Isso requer, creio eu, humildade. Muitos de nós, talvez, somos confrontados com esta oportunidade e rejeitamo-la, simplesmente porque não estamos dispostos a reconhecer a nossa necessidade.

Recordo-me quando, há muitos anos, fui confrontado com isto. Lembro-me como estava dividido entre o meu orgulho e o meu sentido de necessidade. Agradeço a Deus que, pela Sua graça, o meu sentido de necessidade tenha vencido o do orgulho.
E então, em segundo lugar, para te apropriares do que Deus prometeu, tens de responder com fé. A Escritura diz que, “sem fé é impossível agradar-Lhe.” Não há forma de recebermos esta oferta de Deus enquanto os nossos corações e as nossas mentes não estiverem preparados para acreditar Nele. E poderás ficar surpreendido, mas acredito mesmo que no fundo, a fé não é um caso da mente ou das emoções. É um caso de vontade. Tens de decidir de que vais acreditar em Deus. Obriga a tua vontade a crer Nele.

A fé não é um caso da mente ou das emoções. É um caso de vontade.

Preciso de referir apenas mais algumas coisas acerca da oferta de Deus, de um novo começo. São dois os resultados. Primeiro, quando aceitamos a oferta de Deus de um novo começo, isso produz nas nossas vidas um outro tipo de carater, um outro tipo de capacidade. Tornamo-nos capazes de vencer. Já não temos de ser derrotados pelo pecado, nem por toda a espécie de oposição e frustração. O próprio Deus introduz em nós a Sua própria capacidade de lidar com situações e problemas. E assim, a promessa é, “ Ele, que triunfa, herdará tudo isto”.
O segundo resultado da aceitação da oferta de Deus, de um novo começo, é que nos faz herdeiros de tudo. Para mim isto é dramático, excitante! “Aquele que triunfar herdará tudo isto” - tudo o que tenha sido revelado nos propósitos e conselhos de Deus, ao Seu povo, está aberto ao vencedor. Mas o vencedor é aquele que aceita a oferta de Deus.


Observemos agora por um momento, a única alternativa no caso de rejeitarmos esta oferta de um novo começo. Qual é essa alternativa? Eu diria que posso afirmá-lo de forma muito simples. A alternativa é continuar na escravidão do pecado. E o pecado é a raiz dos nossos problemas. O pecado é a verdadeira razão porque precisamos de um novo começo. Pecado é o que nos dá frustração, nos envergonha e nos derrota. A única alternativa é, pois, continuarmos escravos do pecado. E continuarmos a ser escravos do pecado, por sua vez, faz com que sejamos rejeitados por Deus. Não há nada entre ser recebido e ser rejeitado. Deus receberá quem aceita a Sua oferta. Aquele que se tornar um vencedor, Ele o tornará herdeiro de tudo. Mas se rejeitarmos esta oferta, não temos outra alternativa, a não ser continuarmos na escravidão do pecado e enfrentarmos a derradeira, final e eterna rejeição por Deus.
Paulo resume as alternativas, com muita clareza, em Romanos, capítulo 12, versículo 21. Gostaria que meditasses sobre isto. Romanos 12:21:
Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem
Não há uma terceira hipótese. Ou continuemos a ser vencidos, a ser derrotados pelo diabo, ou vencermos o diabo.  Há somente os que vencem e os que são vencidos.


E para que sejamos vencedores, devemos valer-nos, pela fé, da oferta de Deus, de um novo começo.

Para que sejamos vencedores, devemos valer-nos, pela fé, da oferta de Deus, de um novo começo.

Encontro com Cristo
Quero partilhar contigo a chave para o novo começo. Vou partilhar como o encontro com o Cristo ressuscitado produz uma nova criação. Isto está muito claro e espantosamente bem exposto pelo Apóstolo Paulo em 2 Coríntios, capítulo 5 versículos do 14 até ao 17, onde Paulo escreve:
Pois o amor de Cristo nos constrange, porque estamos convencidos de que um morreu por todos; logo, todos morreram. E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. De modo que, de agora em diante, a ninguém mais consideramos do ponto de vista humano. Ainda que antes tenhamos considerado a Cristo dessa forma, agora já não o consideramos assim. Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas! (NIV)
Na tradução que estou a usar, há um ponto de exclamação no fim da expressão, “se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!”  É disso que estamos a falar – da nova criação que oferece a possibilidade de um começo completamente novo porque as coisas velhas já passaram e tudo se fez de novo.
Convém explicar uma frase usada naquela tradução. Paulo diz, “De modo que, de agora em diante, a ninguém mais consideramos do ponto de vista humano.”Mais literalmente, ele diz, “ Consideramos a ninguém, pelo que ele é na carne.” Talvez ainda não ficou  completamente claro, mas Paulo está a falar sobre dois mundos diferentes – o mundo com que todos nós estamos familiarizados através dos nossos sentidos, ao qual chamaríamos “este mundo”, o mundo que conhecemos na carne, no nosso corpo, através dos nossos sentidos físicos e (Paulo está afastando o véu que revela um outro mundo) um mundo no espírito, um mundo no qual só o Espírito de Deus nos pode fazer entrar. E neste mundo, cada um que entra nele, torna-se, por esse facto, uma nova criação. O que ele está retratando é: sair de uma ordem de vida e entrar noutra ordem de vida. O primeiro é o mundo familiar dos sentidos que todos nós conhecemos. O segundo é um mundo novo que é trazido por um ato criativo de Deus.
E há uma linha de separação entre este mundo dos sentidos, que é o mundo em que todos nós conhecemos a derrota, o fracasso, a frustração, um mundo que, num certo sentido nos mantém em baixo e nos prende, o mundo que nos oferece boas intenções, mas nunca a capacidade plena para a sua realização. E o outro mundo que é um mundo novo, um mundo que é trazido por um ato criativo de Deus – e lembra-te que há apenas uma só pessoa e um só poder que pode criar e é o próprio Deus. Assim, a linha de separação entre estes dois mundos – e quero que prestes atenção, agora – é a morte e a ressurreição de Cristo.
Quer dizer para entrar neste segundo novo mundo do espírito, temos, pela fé, de passar com Cristo pela morte e ressurreição no espírito, para dentro deste novo mundo. E a chave para isto, o momento em que a transformação tem lugar, a transformação e a transição, é o momento do encontro pessoal com Jesus Cristo.


E quando encontramos Cristo desta forma, não é o Cristo histórico. Não é o Cristo que caminhou pelas ruas de Jerusalém ou pelos trilhos junto do Mar da Galileia. Não é o Cristo que estava usando uma certa roupa apropriada àquela cultura e época e que falava uma certa linguagem, provavelmente aramaico. Pelo que se fosse suposto encontrarmos esse Cristo, a não ser que entendêssemos aramaico ou possivelmente grego, não poderíamos entender o que Ele dizia. Mas o Cristo que conhecemos agora, através do Espírito Santo, é o Cristo eterno, o eterno Filho de Deus, não criado, recebido, um só com Deus, o Pai, divino pela Sua natureza, sem o princípio dos dias ou o fim da vida, o divino, eterno, imutável Filho de Deus. E o encontro com o Cristo eterno, só acontece através do Espírito eterno. O eterno espírito de Deus, o Espírito Santo, revela ao coração crente, saudoso e em busca, o eterno Filho de Deus, o Cristo eterno. E nessa revelação, manifesta-se a nova geração.
Procurei descrever-te este encontro de mudança de vida, com Jesus Cristo, pelo Espírito Santo – não o Cristo histórico, mas o eterno, não criado, Filho que estava sempre com o Pai, no seio do Pai, o Cristo que não tem nem princípio de dias nem fim de vida. E eu disse-te que é este encontro que é a transição da velha ordem do mundo dos sentidos, para a nova ordem, a nova criação na qual Deus dá a cada um de nós que entre num novo começo, um princípio completamente novo.
Quero enfatizar mais um ponto importante, que é negativo, mas tremendamente importante. Não há substituto para esta nova criação. Nada mais pode tomar o seu lugar – nada que possa ser feito somente num nível natural ou humano. Deixa que te diga que nenhum regulamento, ritual ou ato religioso, é substituto para a nova criação – nem ser batizado nem crismado, nem aderir à igreja, nem fazer votos, nem interessa o que seja – nada pode ser um substituto para esta nova criação.

Nenhum regulamento, ritual ou ato religioso, é substituto para a nova criação.

Há milhões e milhões de pessoas no mundo de hoje que fizeram uma ou mais destas coisas – ser batizado ou confirmado, aderir à igreja, ou o que quer que seja, mas nunca experimentaram a nova criação. E sem a nova criação, todas as outras coisas são inadequadas e insuficientes. Não digo que não haja valor nestas outras coisas. Não é isso que estou a dizer. Mas quero dizer que só há valor nelas SE produzirem a nova criação. Acredito que seja muito importante para um cristão, ser batizado. Mas ser batizado não é substituição para a nova criação. Conheci mesmo muitas pessoas que foram batizadas com diferentes ritos de batismo, mas nunca alcançaram a nova criação. “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é”. Podes portanto ser batizado, sem estares em Cristo. Podes juntar-te à igreja sem estares em Cristo. Mas se estás em Cristo, tornas-te uma nova criação. Esta é uma transação sobrenatural entre ti e Jesus Cristo – pessoa a pessoa, só tornado possível pelo Espírito Santo. E nada mais pode alguma vez ser um substituto, e quero portanto perguntar-te, ao finalizar, hoje,


“Já experimentaste essa nova criação?”
“Sabes pela tua experiência, o que é ser feito todo de novo? Ter um princípio completamente novo, através da revelação pessoal de Jesus Cristo?” 

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